Sair de um site ou blog sem comentar, é como visitar alguém e ir embora sem se despedir. Clique Aqui! Registre a Visita neste Blog e receba nossas atualizações. Deixe também os teus comentários:
.: Livro Antigo :.
.: Curitiba :. Minha Cidade
.: Ordem Rosacruz :.
.: Somos mais :. Fotolog Jornal Virtual Fotolog Roberto Gomes
" Os símbolos dirigem o homem, a ele se impõem tornando-o feliz ou miserável; por toda parte encontra-se ele delimitado por símbolos, reconhecidos ou não. O próprio Universo não passa de um imenso símbolo divino. E que é o próprio homem, senão um símbolo de Deus? Todos os seus atos não são, simbolicamente, reveladores, para os sentidos, da força mística divina que nele reside ?" Thomas Carlyle.
Lege, Lege, Relege, Ora, labora et invienes.
Abrirei os meus lábios para Sábias Palavras, e proferirei os Segrêdos dos tempos antigos. Sl 78.2
"Tenho comigo uma flor e uma espada. Sou poeta e sou soldado. A flor eu devo oferecer ao meu semelhante de quem sou eterno servidor. Com a espada posto-me ao portão de minha propria alma,sempre atento e austero ante quem está lá dentro ou que querem entrar, e que precisam ser educados com disciplina e trabalho. Sou poeta e sou soldado." Tagore
P. De onde vindes? - R. Da Loja de São João. P. Que tazeis? - R. Boa acolhida ao Irmão Visitante.
Et Lux In Tenebris lucit et eam nom comprehenderunt
Um certo mágico estava apresentando sua arte ao sultão e já tinha conquistado o entusiasmo da assistência. O próprio sultão estava profundamente admirado e exclamou: "Deus meu, acudi-me! Que milagre, que espanto!".
Mas seu vizir fê-lo parar para pensar ao dizer: "Vossa Alteza, nenhuma maestria cai do céu. A arte do mágico é resultado de seu esforço e sua prática."
O sultão franziu a testa. O comentário do vizir tinha estragado o prazer que estava sentindo ao contemplar os atos do mágico. "Ó, homem ingrato! Como podes pretender que tal habilidade seja fruto da prática? Pelo contrário, como eu afirmei, ou tens talento, ou não tens." Então olhou para o vizir com desprezo e gritou: "Tu não tens nenhum talento mesmo. Fora daqui! Para o calabouço! Lá poderás ponderar minhas palavras. E, para que não te sintas solitário, para que tenhas uma companhia da tua laia, compartilharás a cela com um bezerro."
Desde o primeio dia de aprisionamento, o vizir começou a seguinte prática: carregar nos braços o bezerro e subir a longa escada do calabouço. Os meses passaram. O bezerro tornou-se um avantajado novilho e, com a prática diária, a força do vizir cresceu também grandemente.
Um dia, o sultão recordou do prisioneiro na masmorra. Mandou que o trouxessem a ele. Quando deitou os olhos sobre o vizir, foi dominado pelo espanto. "Deus meu, acudi-me! Que milagre, que espanto!"
O vizir carregando o novilho nos braços esticados, respondeu com as mesmas palavras que da outra vez: "Vossa Alteza, nenhuma maestria cai do céu. Em vossa misericórdia, concedeste-me esse animal. Minha força é resultado de meu esforço e minha prática."